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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
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Pessoas ligadas a faculdade teriam vendido as vagas. (Foto: Porã News)

Depois de fila em busca de vaga, candidatos reclamam de universidade paraguaia

Muita reclamação e descontentamento foi o que restou da longa fila que se formou por quase de uma semana nas proximidades da UniNorte, em Pedro Juan Caballero. Atraídos pela promessa de que os 300 primeiros candidatos teriam vaga garantida em uma das mais disputadas faculdades de medicina na cidade paraguaia vizinha a Ponta Porã, centenas de pessoas vierem de vários estados brasileiros e depois de muita espera se sentiram enganados.

Fonte: MS em Foco

Nas redes sociais a reclamação era de que apenas 60 pessoas que estavam na fila foram atendidas e as demais vagas já estavam reservadas através de pessoas ligadas a funcionários e a própria direção da instituição. Segundo as denúncias, vagas chegaram a ser vendidas por preços que variavam de R$ 1.500 a R$ 3.000.

A confusão foi tanta que até a Polícia Nacional do Paraguai teve que ser acionada para acalmar a fúria dos mais exaltados. Depois da intervenção da polícia mais 58 vagas foram disponibilizadas e mesmo assim muita gente ficou sem a vaga e terá que procurar outras universidades paraguaias para fazer o curso.

  • Medicina no Paraguai
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Os diretores da UniNorte acusados de vender as vagas ainda não se manifestaram sobre o ocorrido e o consulado do Brasil em Pedro Juan Caballero não informou se algum brasileiro procurou o local para fazer uma reclamação oficial.

As faculdades do pais vizinho atraem os brasileiros por não exigir vestibular, apesar de algumas estarem exigindo um tipo de cursinho, chamado por elas de “nivelamento” e pelo baixo custo da mensalidade que varia de R$ 800 a R$ 2.500 dependendo da universidade.

Atualmente cerca de oito mil brasileiros fazem o curso de medicina em Pedro Juan Caballero e já são responsáveis por uma boa parcela da economia fronteiriça. Os “estrangeiros” aqueceram o comercio imobiliário, de alimentação e de móveis e eletrodomésticos e são tratados com carinho pela população local que veem nos universitários uma forma de movimentar o comércio e o setor de serviços local.

Fonte: MS em Foco

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