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Mulher é ‘embalsamada viva’ após erro médico na Rússia

Médicos administraram formol ao invés de solução salina durante operação; investigação criminal sobre o incidente já foi aberta.

Uma mulher russa de 28 anos foi embalsamada viva por engano, enquanto fazia uma cirurgia simples para remoção de cisto nos ovários. Segundo a agência estatal Tass, Ekaterina Fedyaeva recebeu formol – usado normalmente para preservar cadáveres – durante o procedimento, ao invés de uma solução salina.

A mulher foi diagnosticada com cistos nos ovários e passou por cirurgia para removê-los em março, em um hospital em Ulyanovsk, cidade no oeste da Rússia, de acordo com a emissora RT.

Os médicos tentaram limpar a cavidade estomacal de Ekaterina após administrarem o formol, mas já era tarde demais.

A sogra de Fedyaeva, Valentina Fedyaeva, disse à RT que após a operação, a moça disse que sentia que estava morrendo. A partir daí seus órgãos começaram a falhar e teve de ser mantida conectada a aparelhos para sobreviver.

Segundo a imprensa russa, ela morreu na última quinta-feira, mesmo depois de ser transportada do hospital de Ulyanovsk para um centro médico em Moscou.

A cirurgia desastrosa ganhou atenção internacional e foi noticiada em diversos veículos. Rashid Abdullov, ministro da Saúde, Família e Bem-estar Social da região de Ulyanovsk, classificou o caso como “uma tragédia terrível”.

“Minhas profundas condolências à família de Ekaterina Fedyaeva”, escreveu Abdullov no Twitter na semana passada. “Esta é uma tragédia terrível. Nós forneceremos toda a ajuda necessária para a família. Os responsáveis pela tragédia já foram responsabilizados e as agências investigativas continuam trabalhando.”

Ainda não está claro exatamente como o erro aconteceu, mas segundo Abdullov os médicos esqueceram de ler o rótulo da embalagem da substância química antes de administrá-la durante a operação.

As autoridades de Ulyanovsk abriram uma investigação criminal sobre o caso e, por ordem do governo, o médico-chefe do hospital em Ulyanovsk, assim como outros médicos envolvidos na operação, foram demitidos, segundo a imprensa local. Se forem acusados criminalmente e condenados, eles podem ser presos.

Fonte: https://veja.abril.com.br/mundo/mulher-e-embalsamada-viva-apos-erro-medico-na-russia/

Médico que fez vasectomia em vez de cirurgia de fimose indenizará paciente

Ministra do STJ isentou hospital e plano de saúde de responsabilidade e determinou que profissional pagará por danos morais e por reversão do procedimento

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou um médico a indenizar seu paciente em 62.000 reais por ter acidentalmente feito uma cirurgia de vasectomia em vez daquela a que este deveria ter sido submetido, de fimose.

Os magistrados seguiram a posição da relatora, a ministra Nancy Andrighi, que enxergou violação aos danos morais do paciente com o erro médico. Em depoimento à Justiça, o homem, que tinha 20 anos quando o fato ocorreu, afirmou que teve o noivado rompido pela ex-companheira diante da baixa perspectiva de que ele pudesse vir a ter filhos no futuro.

O médico percebeu durante a cirurgia que estava executando o procedimento errado, quando este já não podia mais ser abortado. A ministra destacou que a vasectomia só deve ser realizada em homens com pelo menos 25 anos, dois filhos vivos, relacionamento estável e concordância da parceira.

O caso chegou ao STJ depois de decisões favoráveis ao paciente tanto na primeira quanto na segunda instância. No entanto, a ministra Nancy Andrighi isentou o hospital e o plano de saúde, que haviam sido condenadas a dividir o valor da indenização com o médico. Para Andrighi, o hospital só poderia ser responsabilizado se a culpa fosse de um defeito do serviço, como instalações e equipamentos.

“O dano foi causado ao paciente única e exclusivamente por negligência do médico, que deixou de realizar a cirurgia correta”, afirmou a ministra. Já o plano de saúde, avalia, também não é obrigado a pagar o valor pelo atendimento ter sido particular e não na rede própria do convênio.

Ela também reverteu outro ponto da decisão. Enquanto a Justiça de São Paulo havia determinado que as partes restituíssem, além da indenização por danos morais, os custos da cirurgia de fimose não realizada, a magistrada entendeu que o médico deve arcar com o procedimento de reversão da vasectomia.

Fonte: https://veja.abril.com.br/brasil/medico-que-fez-vasectomia-em-vez-de-cirurgia-de-fimose-indenizara-paciente/

Descoberta abre caminho para técnica de remoção de tatuagens

Trabalho de pesquisadores franceses abre caminho para a retirada de desenhos na pele sem deixar resíduos na forma de manchas e cicatrizes

Não é incomum que, depois do desejo de tatuar o corpo, brote a vontade de fazer o oposto, retirar a tatuagem — três em cada dez pessoas tatua­das decidem pela remoção. As sequelas da extração, contudo, podem ser feias. No lugar do desenho ficam manchas e cicatrizes. Os dermatologistas sempre buscaram uma saída que permitisse não estragar a pele após a eliminação da pintura. Recentemente, cientistas do Centro de Imunologia de Marseille-Luminy, na França, identificaram os mecanismos de absorção das tinturas — e a descoberta pode abrir uma avenida de oportunidades que permitiria a volta da tez a seu estado inicial.

Fonte: https://veja.abril.com.br/brasil/descoberta-abre-caminho-para-tecnica-de-remocao-de-tatuagens/

Em emissora de rádio, Anny Espinola presta conta do seu mandato à população

Legenda: No Jornal da Lider FM 104,9 o jornalista Lile Corrêa entrevistou a vereadora Anny Espinola - Foto: Saulo Nunes

Vereadora apresentou na Câmara projeto em defesa das crianças e adolescentes

Edinho Corrêa*

Na manhã desta quarta-feira, dia 20/6, a professora e vereadora Anny Espinola (PSDB)concedeu entrevista ao jornalista Lile Corrêa durante Jornal da Líder FM 104,9 de Ponta Porã. A entrevista também foi transmitida ao vivo pelo Live do Facebook do Clube de Imprensa.

Na oportunidade Anny Espinola, que é Líder do prefeito Hélio Peluffo Filho (PSDB) destacou suas ações em favor da comunidade pontaporanense. Ela mencionou que esteve reunida com os moradores do Residencial Kamel Saad que “reivindicaram a construção de um ponto de ônibus com cobertura e a demarcação dos demais pontos no bairro”.

De acordo com Anny Espinola “no Kamel Saad moram mais de 1500 famílias, portanto precisa ter pelo menos um ponto de ônibus com cobertura para que os usuários do transporte fiquem protegidos em épocas de calor intenso, chuva ou frio. Também é necessário realizar a demarcação das paradas de ônibus, já que sem as mesmas se torna obrigatório parar em qualquer lugar, o que pode ocasionar desentendimentos com moradores e a empresa de ônibus responsável”. A vereadora do PSDB solicitou também a abertura de uma via de acesso da Rua Orlando Sapucaia para a BR 463 sentido Sanga Puitã.

Projetos de Lei

Na última sessão ordinária da Câmara de Vereadores Anny Espinola apresentou dois projetos de Lei. O Projeto de Lei n° 08/2018, autoriza o Poder Executivo Municipal a instituir o programa “Educação Financeira nas Escolas”. Já o Projeto de Lei n° 11/2018, também de autoria da vereadora Anny Espínola, dispõe sobre as Políticas Públicas de Dois deles de autoria da vereadora Anny Espínola (PSDB). O Projeto de Lei n° 08/2018, autoriza o Poder Executivo Municipal a instituir o programa “Educação Financeira nas Escolas”. Já o Projeto de Lei n° 11/2018, também de autoria da vereadora Anny Espínola, dispõe sobre as Políticas Públicas de Combate à Pedofilia e à Violência contra Crianças e Adolescentes no âmbito do Município de Ponta Porã. Os dois projetos foram apreciados e aprovados em primeira discussão e votação. no âmbito do Município de Ponta Porã. Os dois projetos foram apreciados e aprovados em primeira discussão e votação.Na próxima sessão com transmissão ao vivo pela Rádio Líder FM 104,9, marcada para 26 de junho, os parlamentares deverão voltar a apreciar e votar projetos.

Anny mencionou que precisamos implementar o Programa Educação Financeira nas Escolas de Ponta Porã e também ter uma atenção especial no Combate à Pedofilia e à Violência contra Crianças e Adolescentes.

Durante a entrevista Anny destacou que na terça-feira (19) esteve reunida com o Secretário de Governo Eduardo Campos para levar ao conhecimento dele as demandas da população, e também tratamos do tema asfalto (recapeamento) e sobre a Gerir, empresa que administra o Hospital Regional de Ponta Porã. “Esses assuntos são de grande importância para nossa cidade, e o Eduardo sempre esta nos informando sobre as ações do Executivo para melhorar a vida dos municipes, é importante destacar o diálogo com o Secretário de Governo, isso demonstra interesse, fiscalização e bom relacionamento no Paço Municipal”.

inalizando sua participação na emissora Anny agradeceu o carinho dos amigos e familiares que demonstraram sua preocupação e solidariedade no tratamento de saúde do esposo Jorge e da sua filha, em tempo lembrou que esta preparada para o novo desafio como pré candidata a deputada federal no pleito de 2018.

Fonte: LiderFm

‘Desmaiei em aborto clandestino aos 17 anos e meu namorado sumiu’

Jovem de 24 anos tomou abortivos num quarto de hotel. Quando ela passou mal, o namorado fugiu, com medo de ser incriminado. Agora, ela atua num grupo de WhatsApp que auxilia mulheres que querem interromper a gravidez.

“Eu estava num relacionamento muito abusivo. Eu não percebia isso na época. Quando ele terminou, eu descobri que estava grávida. Então eu fui atrás de conseguir o medicamento e tomar minhas decisões”, contou em entrevista à BBC Brasil.

Com medo da reação da mãe e das amigas, ela decidiu fazer o procedimento em segredo. Pegou instruções sobre como tomar o remédio com uma enfermeira que conhecia.

“Quando eu fiz, eu fiz num hotel de péssima qualidade. Porque é tudo escondido, ninguém podia saber.”

O ex-namorado de Maria era o único presente no quarto de hotel, quando ela tomou os medicamentos. Mas, a jovem começou se sentir muito mal e desmaiou. Em vez de levá-la ao hospital, o rapaz desapareceu por medo de ser incriminado.

“Foi dito que, se eu desmaiasse, tinha que chamar o socorro. Eu desmaiei por alguns segundos e ele não fez nada”, relatou.

“Quando eu acordei eu fiquei muito chateada com isso porque era minha vida em jogo. Mas ele era maior de idade e eu era menor e ia pesar para ele isso, então ele foi embora e eu fiquei sozinha.”

Maria passou a noite toda sangrando e sentindo fortes contrações. A única pessoa da família dela que sabia do aborto era a irmã, que também estava grávida.

“Quando a minha irmã me ligava eu não podia falar: ‘Olha, está doendo demais e eu estou com muito medo’. Porque ela estava grávida de sete meses. Era minha escolha, não era a dela. Eu não podia preocupar uma pessoa que não tinha nada a ver com isso.”

Sem saber bem o que fazer, a jovem voltou para a casa após a madrugada de aborto e demorou a procurar um hospital. Hoje ela tem consciência de que poderia ter morrido e de que perdeu muito sangue durante o procedimento.

Mas, para ela, a lembrança mais dolorosa é a da solidão que sentiu. “O pior sentimento acho que é o de abandono. Porque eu queria contar para a minha mãe. É a pessoa que eu mais amo no mundo e mais confio, mas não para isso. Por causa do julgamento, da religião, da crença.”

‘Não quero deixar outras mulheres sozinhas’

Da experiência “de abandono”, como ela descreve, veio a decisão de integrar um grupo de WhatsApp secreto que comercializa pílulas abortivas e dá instruções sobre o procedimento de interrupção da gravidez, por vídeo, texto e aúdio. Cerca de 300 abortos foram realizados pelo grupo desde que ele foi criado, há três anos.

“Eu faço por amor, porque eu sei que vou ajudar uma pessoa a se sentir segura. Eu me vejo em cada uma daquelas meninas de uma forma diferente. Com uma saída mais fácil.”

A BBC Brasil teve acesso às conversas do grupo por 5 meses. Quatro mulheres de diferentes estados do país administram o serviço e atuam como “guias”- acompanham as grávidas do começo ao fim do procedimento, pelo smartphone. O app também funciona como uma espécie de grupo de apoio, as mulheres trocam experiências e confortam umas às outras.

Maria diz que participou de 50 abortos.

“Eu instruo a quantidade de medicamento referente ao tempo gestacional, explico como usar. Dou apoio, falo do quanto é normal ela sangrar, quantas horas vai levar, mais ou menos, como agir referente a cada situação. É meio que um passo a passo até a finalização”, relata.

Nem Maria nem as outras quatro jovens que administram o grupo de WhatsApp têm formação médica. As instruções se baseiam na experiência e em dicas de médicos e enfermeiros que conheceram ao longo da vida.

A médica Alessandra Giavanini, diretora do Núcleo de Aborto Legal do Hospital Pérola Byiton, alerta que o remédio abortivo pode provocar hemorragias (a mulher pode precisar de transfusão) e restos do feto podem permanecer no útero, levando infecções e até à morte, se a grávida não procurar ajuda em um hospital.

As administradoras do grupo de WhatsApp recomendam que todas as mulheres que interrompem a gravidez procurem atendimento médico até uma semana depois de tomar as pílulas, para verificar se há necessidade de curetagem.

Maria diz que, na realidade, queria que o aborto fosse legalizado, para que as mulheres tivessem acesso a um procedimento totalmente seguro.

Muitas mulheres no Brasil temem buscar atendimento nos hospitais, após interromper a gravidez, por medo de serem denunciadas à polícia. Segundo a Defensoria Pública de São Paulo, em cerca de 70% dos processos por autoaborto, a denúncia foi feita pelos profissionais de saúde.

Maria justifica a manutenção da “clínica virtual de aborto” dizendo que os riscos poderiam ser ainda maiores se as grávidas fizessem o aborto sozinhas, como ela aos 17 anos, sem o apoio de quem já passou por essa experiência.

“Não tem como garantir para elas que vai ser 100% seguro. A gente fala isso, não posso te garantir que vai acontecer nem que você está em plena segurança. Mas a gente faz o possível para isso: analisa o fluxo do sangramento, quanto absorvente está usando em tal período, fraqueza, tontura”, detalhou em entrevista à BBC Brasil.

“Talvez, se eu não ajudar, essas mulheres vão tentar de outra forma. Tem moça que chega a mim dizendo que viu na internet um vídeo que se você enfiar uma agulha, você fura a bolsa, e pode furar outra coisa. Prefiro não deixar essas mulheres sozinhas.”

De acordo com a Pesquisa Nacional do Aborto, de pesquisadores da Universidade de Brasília, 500 mil abortos clandestinos acontecem a cada ano no Brasil- metade termina em internações.

E dados do Ministério da Saúde apontam que quatro mulheres morrem por dia por complicações de um aborto.

O impacto da criminalização sobre o número de abortosUm estudo publicado na revista médica Lancet, conduzido pela pesquisadora Gilda Sedgh, do Instituto Guttmacher, de Nova York, aponta uma taxa de 37 abortos a cada mil mulheres em países que vetam o aborto em qualquer circunstância ou que só o permitem em caso de risco de vida para a mãe.

Em nações onde a interrupção da gravidez é permitida e oferecida mediante pedido da gestante, o número de abortos é de 34 para cada mil mulheres.

Para esse estudo, foram requisitados dados oficiais de 184 países e analisadas informações de fontes internacionais (organismos e ONGs, por exemplo) e de pesquisas acadêmicas locais.

Já a pesquisadora Diana Greene Foster, da Universidade da Califórnia, que coordena um estudo sobre os efeitos psicológicos de abortos e gestações indesejadas, diz que proibir a prática não impede que mulheres com recursos financeiros recorram a ela, mas pode obrigar as mais pobres a ter o bebê.

“Tornar o aborto ilegal encoraja as mulheres a buscarem meios ilegais de abortar. Então, a segurança do aborto cai. E pessoas com menos recursos financeiros acabam tendo os bebês”, diz.

O Brasil é um dos países com regras mais restritivas ao aborto- se junta à maioria da América Latina e países da África e do Oriente Médio. A maioria dos países desenvolvidos permite a interrupção da gravidez pelo menos até o terceiro mês de gestação.

É o caso de Estados Unidos, Canadá e dos integrantes da União Europeia. No Reino Unido, o aborto é oferecido no serviço público de saúde, caso seja esse o desejo da mulher.

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/desmaiei-em-aborto-clandestino-aos-17-anos-e-meu-namorado-sumiu.ghtml

Equipe da vereadora Anny Espínola recebe demandas no bairro da Mooca!

Na tarde de ontem (13/06) nossa equipe esteve no bairro da Mooca, acompanhados pela Sra. Rose quem ocupa o cargo de vice-presidente da Associação de Moradores, a visita teve o intuito de ver quais são as demandas dos moradores do bairro para logo encaminha-las às secretarias competentes.
#Fiscalizandoeatuandosempre #JuntosComAVereadoraAnnyEspínola #DeusNosAbençoe

Selfie: obsessão por tirar selfies pode ser considerado transtorno mental

Se você é daqueles que não conseguem ficar mais de algumas horas sem precisar tirar uma selfie e compartilhar com os amigos, lamentamos informar que você pode estar sofrendo de um transtorno mental. Isso porque o Jornal Internacional de Saúde Mental e Vício classificou oficialmente a obsessão por esse tipo de foto como um tipo de doença mental, com direito a um nome bastante apropriado: “selfite”.

A nova doença foi resultado de um estudo feito com 225 estudantes de uma universidade indiana, em que os participantes foram categorizados em três grupos diferentes de vício em selfies – com selfite limítrofe, aguda e crônica. Os resultados se mostraram bastante preocupantes, visto que 9% dos candidatos tiravam mais de oito selfies por dia, enquanto 25% deles compartilhavam três ou mais delas nas redes sociais.

Aqueles com selfite sofrem de uma falta de autoconfiança e estão em busca de se ‘encaixar’ com aqueles ao redor deles

Quanto aos sintomas da selfite? O Dr. Janarthanan Balakrishnan, responsável pela pesquisa, explica: “Tipicamente, aqueles com a condição sofrem de uma falta de autoconfiança e estão em busca de se ‘encaixar’ com aqueles ao redor deles e podem apresentar sintomas similares a outros comportamentos potencialmente viciantes”, disse ele ao New York Post.

A parte mais curiosa disso tudo, vale notar, é que uma notícia falsa sobre isso já havia se espalhado lá em 2014, utilizando não apenas o mesmo nome para a condição como também descrevendo “sintomas” bastante parecidos. Mas dessa vez, como deve ter ficado bem claro, o problema é real.

Identificando a selfite

É claro que, a esse ponto, muitos devem estar se perguntando se eles realmente possuem o tal transtorno. Para tal, foi criada uma lista de questões que devem ser respondidas em uma escala de 1 (discordo fortemente) a 5 (concordo plenamente); quanto maior a soma de suas respostas, maiores as chances de você sofrer da selfite:

1- Tirar selfies me dá uma boa sensação para aproveitar melhor meu ambiente

2- Compartilhar minhas selfies cria uma concorrência saudável com meus amigos e colegas

3- Eu ganhei uma enorme atenção compartilhando meus selfies nas mídias sociais

4- Eu sou capaz de reduzir o meu nível de estresse tirando selfies

5- Eu me sinto confiante quando eu tiro uma selfie

6- Eu ganho mais aceitação entre o meu grupo de pares quando tiro selfies e compartilho-as nas redes sociais

7- Posso me expressar mais no meu meio através de selfies

8- Tirar selfies em poses diferentes ajuda a aumentar meu status social

9- Eu me sinto mais popular quando eu posto minhas selfies nas mídias sociais

10- Tirar mais selfies melhora meu humor e me faz sentir feliz

11- Eu me torno mais positivo sobre mim quando tiro selfies

12- Eu me torno um membro forte do meu grupo de pares através de postagens de selfie

13- Tirar selfies me dá melhores lembranças sobre a ocasião e a experiência

14- Eu posto selfies frequentemente para obter mais “likes” e comentários nas mídias sociais

15- Ao postar selfies, espero que meus amigos me estimem

16- Tirar selfies muda instantaneamente meu humor

17- Tiro mais selfies e olho para elas sozinho para aumentar minha confiança

18- Quando não tiro selfies, me sinto separado do meu grupo de pares

19- Tiro selfies como troféus para futuras memórias

20- Uso ferramentas de edição de fotos para melhorar minhas selfies para parecer melhor do que outros

Com a confirmação da existência do transtorno, por fim, Balakrishnan acredita que resta encontrar maneiras de ajudar aqueles afetados por ela. “Agora que a existência da condição parece ter sido confirmada, é esperado que maiores pesquisas sejam feitas para entender mais cobre como e porque pessoas desenvolvem esse comportamento potencialmente obsessivo e o que pode ser feito para ajudar pessoas que são as mais afetadas.”

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/dispositivos-moveis/125617-obsessao-tirar-selfies-transtorno-mental-tem-nome.htm

Panhipopituarismo: entenda a doença que exige a reposição de quase todos os hormônios

No panhipopituarismo, o controle sobre a produção de hormônios essenciais para a vida fica comprometido. Saiba mais sobre a condição e a rotina de quem vive com ela.

Quando teve um tumor em uma glândula do cérebro em 2013, a professora de educação física Roberta Ladeira, 36, não esperava que teria uma rotina de reposição de quase todos os hormônios clássicos essenciais para a vida e de 12 medicamentos diários. Isso porque, com o tumor, ela acabou perdendo a hipófise, glândula considerada “mestre” por controlar todas as outras do corpo.

“Eu não tinha ideia que minha vida seria completamente diferente. Eu nem sabia que isso existia”, conta.

Roberta descobriu o tumor após perceber a visão embaçada e sentir fortes dores na cabeça. Quando procurou o hospital, não teve tempo nem de pensar muito: foi direto para a cirurgia.

Ela lembra apenas que foi avisada um pouco antes do procedimento que havia um risco para a sua visão – já que o câncer pressionava parte do nervo óptico. “Quando acordei, pensei: estou enxergando; então, tudo bem”.

As complicações que mais afetaram sua vida vieram depois, contudo. Um dos primeiros avisos foi quando uma psicóloga entrou no quarto para uma conversa difícil. “Ela veio me avisar que eu não poderia ter mais filhos”, conta.

Como já tinha um filho, a notícia não abalou tanto Roberta. “Mas eu não imaginava que seria assim.”

Essa não seria a única notícia. Após a retirada da glândula, Roberta desenvolveu uma doença chamada panhipopituarismo, uma desregulação de quase todos os hormônios clássicos essenciais para a vida. Não há informações exatas sobre a prevalência da doença, mas a condição é considerada rara – quando a doença atinge em média 1,3 pessoas em 2 mil.

A importância da hipófise é tanta que ela também controla a produção de hormônios sexuais e por isso a dificuldade em ter filhos, explica José Antonio Miguel Marcondes, endocrinologista do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

Por conta da doença, Roberta toma 12 medicamentos todos os dias e periodicamente viaja à Belo Horizonte (MG) para acompanhamento especializado. Ela mora em Coimbra, cidade localizada a 344 km da capital mineira. Ela também parou de dar aulas e de dançar.

“Eu tentei a dança por três anos, mas depois vi que não dava. A pressão caia demais. Ficava muito tonta. Eu saia gelada e tinha taquicardia”. conta.

“Fiquei uma velhinha”, brinca.

Os hormônios que precisam ser substituídos

ACTH
Induz à produção de cortisol, que controla a resposta ao estresse
TSH
Estimulante da tireoide, que controla o metabolismo
GH
Avisa sobre a necessidade de produção do hormônio do crescimento
FSH
Regula a produção de espermatozoides e a maturação de óvulos
PROLACTINA
Avisa sobre a necessidade de produção de leite
LH
Estimula a produção de testosterona, nos homens, ou de progesterona, nas mulheres
Fonte: Sérgio Suzuki/A C. Carmargo Cancer Center

Sérgio Suzuki, neurocirurgião do Núcleo de Neurocirurgia do A.C. Camargo Cancer Center, explica que nem todos os tumores da hipófise vão desencadear a desrregulação de hormônios – que só vai ocorrer quando é preciso remover a glândula.

“Poucos tumores da hipófise têm intervenção cirúrgica. A maioria pode ser tratada com medicamentos”, mostra Suzuki.

Um outro ponto é que muitos tumores da hipófise não têm manifestação clínica – Suzuki explica que muitos só vão ser descobertos após óbito, quando a morte ocorreu por outras causas.

Segundo a literatura científica, os tumores da hipófise respondem por 10% dos tumores que ocorrem dentro do crânio.

A reposição do cortisol e mudanças de humor

Um dos principais hormônios que precisam ser substituídos quando a hipófise é retirada é o glicocorticoide, hormônio produzido pelas glândulas suprarrenais. Localizadas logo acima do rim, a glândula produz o cortisol, que ajuda na resposta ao estresse.

O neuroendocrinologista Antônio Ribeiro-Oliveira Jr., professor titular da Universidade Federal de Minas Gerais, explica que esse hormônio é necessário para a resposta de “luta ou fuga do corpo”.

“Em várias situações de estresse, como uma pneumonia ou uma cirurgia, por exemplo, o corpo precisa produzir mais cortisol para lidar com a nova situação. Esse é um dos hormônios que precisam ser repostos”, explica.

Segundo o professor, o cortisol vai induzir a adaptações fisiológicas para que o corpo consiga lidar com o novo estado a que foi submetido. “O cortisol também é responsável por induzir uma resposta anti-inflamatória”, exemplifica.

Também será necessário substituir os hormônios sexuais tanto no homem quanto na mulher. A ausência da hipófise também provoda alterações de humor, que vão ser tratadas com antidepressivos e moderadores.

“As nossas mudanças hormonais causam muitas alterações de temperamento. Essa parte é muito importante. A depressão deixa os pacientes piores que a própria doença”, conta Roberta.

Um tipo raro de diabetes

Pessoas que perdem a hipófise também podem desenvolver um tipo raro de diabetes: a insipidus.

Isso ocorre a hipófise também regula o chamado hormônio antidiurético (que controla a saída de água do corpo). Essa substância é produzida pelo hipotálamo, uma outra glândula, mas é secretado pela hipófise-posterior.

“Sem esse hormônio, o rim perde a capacidade de reter água”, explica Marcondes.

Como o corpo acaba perdendo muita água, a concentração de açúcar no sangue aumenta, deflagrando a diabetes.

“Quando eu estava no hospital, comecei a sentir muita sede e a urina ficava branca. Foi aí que eu descobri também que eu tinha desenvolvido esse tipo de diabetes”, diz Roberta.

A importância dos hormônios e dificuldades

O corpo humano é regulado por hormônios, substâncias que “avisam” os órgãos sobre o que deve ser feito e, em algumas circunstâncias, costumam ter efeitos em todo o organismo.

“As definições sobre os hormônios mudam o tempo todo. A definição clássica é a de que, em baixas dosagens, eles apresentam efeitos sobre todo o organismo”, explica Ribeiro-Oliveira.

A prolactina, por exemplo, avisa as mamas quando a produção de leite é necessária. Também o cortisol, dentre várias funções, informa o coração que será necessário bombear mais sangue para lidar com o estresse.

Em situações normais, o organismo libera esses hormônios conforme a necessidade.

Mas no panhipopituarismo não adianta ter a necessidade: o corpo não vai secretar 6 dos nossos hormônios, muitos deles vitais para a vida.

Roberta conta que aprendeu a lidar com a doença, apesar de algumas idas ao hospital, já que nem sempre a reposição de hormônios com medicamentos consegue reproduzir o ajuste natural que é feito o tempo todo no organismo.

Ela também montou uma associação a PanDI, que tenta ajudar pessoas com os desafios de tantos medicamentos e acompanhamentos periódicos.

“Muita gente não trata direito os sintomas e não relaciona o que está sentindo com a doença. É comum ver pessoas com depressão, pensando em suicídio, por exemplo, sem saber que esse é um aspecto que deve ser tratado”, conta.

Mas outro desafio para para quem tem a condição é conseguir medicamentos de alto custo. Roberta entrou na Justiça em 2015 contra o estado de Minas Gerais para receber injeção para o hormônio do crescimento, que tem custo de R$ 900 cada (ela usa duas por mês).

Apesar de ter causa ganha, entanto, e várias liminares, ela deixou de receber periodicamente o medicamento desde junho de 2016.

“Eu acredito que não estão dando prioridade para a gente. Tão deixando a gente morrer mesmo”, desabafa.

O G1 entrou em contato com a Secretária Estadual de Saúde de Minas Gerais, que informou ter feito o pedido para a compra do medicamento, mas houve um problema com o fornecedor. Segundo a pasta, há dificuldades com a fabricação da injeção na forma de caneta.

A secretaria informa ainda que realizou um processo licitatório para a compra do medicamento na apresentação de ampola e aguarda a entrega por um novo fornecedor.

“Sendo assim, tão logo seja entregue, o mesmo será disponibilizado na apresentação ampola”, concluiu a pasta, em nota.

Os 12 medicamentos usados na perda da hipófise

Puran T4 – Repõe os hormônios da tireoide, glândula cujos hormônios controlam o metabolismo;
Livial – Ajuda a repor o estrogênio, hormônio feminino;
Acetato de Desmopressina – Spray nasal usado para o controle da diabetes insipidus, condição do aumento da glicose pela excreção excessiva de urina;
Slow-K – Ajuda a repor a ausência de potássio no sangue;
Prednisona – Ajuda a substituir a cortisona, um tipo de hormônio produzido pela suprarrenal;
Suplemento de cálcio – Repõe o cálcio em alguns casos. É necessário por disfunções da paratireoide, que secretam o paratormônio, que ajuda a regular os níveis de cálcio no sangue;
Fluoxetina – O antidepressivo é indicado para as alterações de humor provocadas pelas mudanças hormonais;
Divalproex – Moderador de humor também usado para as alterações de humor;
Alprazolan – Um tipo de ansiolítico usado para o controle da ansiedade;
Sinvastatina – Usado para o controle do colesterol;
Injeção Genotropin – Hormônio do crescimento. Ele é usado nesse caso para ajudar na manutenção da massa magra e no controle da osteoporose.

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/panhipopituarismo-entenda-a-doenca-que-exige-a-reposicao-de-quase-todos-os-hormonios.ghtml

Enfrentar um câncer é trabalho em tempo integral

Não se culpe, nem se envergonhe por mudar as prioridades: você tem que estar em primeiro lugar

Duas boas notícias somente nesta semana: pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer, nos EUA, divulgaram que um tratamento pioneiro salvou a vida de uma mulher com câncer de mama em estágio terminal. Além disso, um estudo mostrou que mulheres com um tipo comum de câncer de mama em estágio inicial podem evitar a quimioterapia. No entanto, no que diz respeito a essa doença, nada é fácil. Curar-se de um câncer é trabalho em tempo integral e é importante canalizar toda a sua energia nesse objetivo.

Em primeiro lugar, há o choque do diagnóstico. Quem já viveu isso sabe: é como se uma fenda se abrisse no chão tragando o mundo tal como o conhecíamos até então. Depois, vem a batalha para vencer a doença, e cuidar da saúde tem que ser a prioridade: 24 horas por dia, sete dias na semana. A incerteza faz parte da nossa trajetória, mas enfrentar o câncer é estar confinado nesse território. Não se culpe, nem se envergonhe por mudar as prioridades: você tem que estar em primeiro lugar. Coma mesmo que o apetite não ajude. Descanse. Se tiver disposição, faça uma pequena caminhada. E descanse. Beba água. E descanse. Não sinta culpa por deixar de fazer coisas. Não se envergonhe de aceitar ajuda: do amigo que se oferece para fazer companhia durante a sessão de quimioterapia, da prima que prepara uma comidinha gostosa que lembra a infância.

Há ainda mais desafios quando se concilia trabalho e tratamento. No site da American Cancer Society há conselhos para quem está nessa situação:

1) Planeje as sessões de quimio para o fim do dia ou antes do fim de semana, para ter mais tempo de se recuperar.

2) Se possível, trabalhe em casa alguns dias na semana. Pode ajudar a controlar o cansaço e permitir que você se poupe caso não se sinta bem.

3) Não se furte de pedir ajuda a amigos e parentes para as tarefas domésticas. Se couber no orçamento, contrate um empregado.

4) Não esconda dos colegas que está fazendo um tratamento. Eles podem ser uma fonte de apoio para reorganizar a rotina de trabalho. Faça uma lista das suas tarefas de forma que os outros possam assumi-las caso seja necessário.

5) Informe seu chefe se os arranjos feitos estão funcionando. E não tenha vergonha de avisar que não poderá trabalhar porque se sente prostrado com os efeitos colaterais do tratamento.

Não minimize os medos e a fragilidade que tomam conta de todos. Depois vem a remissão e o cuidado continua. Parece que a vida é um perpétuo depois, como se essa experiência funcionasse como uma ponte entre sua antiga existência e uma nova. Um brinde a ela!

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2018/06/07/enfrentar-um-cancer-e-trabalho-em-tempo-integral.ghtml

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